#002347 – 01 de Novembro de 2025
Comove-me a desolação ternurenta da poesia e música do André Henriques. “Ninguém te vai salvar / És o teu deus / O teu próprio deus / Nem assim ele te ouve”, antes de um flauta e um contrabaixo seguirem conduzindo a alma tão presa pelo fio da sua voz.