​on 05/08/2026 at 19:18

#002426 – 17 de Janeiro de 2026 Desta vez descobri uma passagem mesmo antes da ponte ferroviária que está esburacada, a seguir ao antigo apiadeiro de Passinhos. É um carreiro quase tapado pelo mato e que desce muito abruptamente até à estrada em baixo. Não aconselho ninguém a descer por ali como eu o fiz,… Continue reading ​on 05/08/2026 at 19:18

​on 02/08/2026 at 16:02

#002425 – 16 de Janeiro de 2026 Agosto tem notoriamente mais movimento. A ribeira de Gaia era uma confusão e aqui chegado a Valadares, está tudo cheio. Preparo as pernas para a viagem até Cabeceiras de Basto pela ecopista do Tâmega. Já passou algum tempo desde que fiz a ligação entre Amarante e a estação… Continue reading ​on 02/08/2026 at 16:02

​on 31/07/2026 at 11:14

#002424 – 15 de Janeiro de 2026 O maior problema dos ultra-pragmáticos não é a obsessão com os resultados. Os desastres acontecem pela tendência de escolher maus objectivos, rumos indesejáveis. Os utopistas entram em choque com os pragmáticos precisamente porque não concordam com o lugar para onde se deve ir. Não vale a pena perder… Continue reading ​on 31/07/2026 at 11:14

​on 30/07/2026 at 11:28

#002423 – 14 de Janeiro de 2026 The Cyberiad, não sendo exatamente um livro convencional, é ainda assim um bom exemplo de uma das coisas que distingue a ficção científica de outros géneros de ficção. As duas personagens, Trurl e Klapaucius, aparecem em todos os contos. São centrais naquelas histórias, enquanto “construtores cósmicos”. Mas nunca… Continue reading ​on 30/07/2026 at 11:28

​on 29/07/2026 at 11:35

#002422 – 13 de Janeiro de 2026 Neil Gaiman, em “Coraline”: Fairy tales are more than true: not because they tell us that dragons exist, but because they tell us that dragons can be beaten. Stanislaw Lem, em “Cyberiad”: Yes, it is easy not to believe in monsters, considerably more difficult to escape their dread… Continue reading ​on 29/07/2026 at 11:35

​on 29/07/2026 at 11:25

#002420 – 12 de Janeiro de 2026 Custa-me usar a campainha da bicicleta. Ela existe, está montada, funciona e tem um propósito. Mas depois inibo-me quase sempre, antes de a fazer soar. Sinto-me o equivalente, em duas rodas, a um condutor chato nas costas de alguém, a tocar a buzina. Sinto-me pior que esse condutor.… Continue reading ​on 29/07/2026 at 11:25

​on 17/07/2026 at 19:29

#002419 – 11 de Janeiro de 2026 Que não me aceitem ou não gostem de mim, não levo muito a mal. Custa-me é não ser entendido. Deixa-me exausto ter de explicar tudo, vezes sem conta, como se a coisa mais simples fosse um capricho meu, uma imbecilidade da minha teimosia. Que nervos quando, propositadamente, me… Continue reading ​on 17/07/2026 at 19:29

​on 15/07/2026 at 11:26

#002418 – 10 de Janeiro de 2026 Neste capítulo do Cyberiad, “The First Sally (A) or Trul’s Electronic Bard”, espanto-me. A máquina que esta personagem constrói faz lembrar os actuais modelos de linguagem, sobretudo no tipo de interação à base de prompts. Este livro foi publicado em 1965.

​on 15/07/2026 at 06:57

#002417 – 09 de Janeiro de 2026 No Cyberiad uma passagem em que o narrador diz, a propósito da construção de uma máquina que conseguisse escrever poesia, que o programa que se encontra na cabeça de um poeta foi escrito pela civilização do poeta.

​on 13/07/2026 at 23:07

#002416 – 08 de Janeiro de 2026 Enquanto ainda vou no episódio 5 de Pluribus: três lentes para olhar para a série me ocorreram. Uma: a fobia americana do socialismo, enquanto suposta estrutura aniquiladora da liberdade individual; uma saga de uma mulher que não se deixa vergar pela forma desumanizante de o colectivismo acabar com… Continue reading ​on 13/07/2026 at 23:07