#002427 – 18 de Janeiro de 2026
Há tantas músicas da Bjork que me magoam com a sua beleza. Ou talvez me mostrem apenas que a beleza brota também (ou sobretudo) onde a memória ainda dói.
Há tantas músicas da Bjork que me magoam com a sua beleza. Ou talvez me mostrem apenas que a beleza brota também (ou sobretudo) onde a memória ainda dói.